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Rua Dr. Satamini 333, Tijuca - RJ
(21) 99940-8939

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Muitos pacientes me procuram com dúvidas ao recebe Muitos pacientes me procuram com dúvidas ao receberem o diagnóstico de um tumor no estômago. E um ponto importante é entender que nem todo tumor gástrico se comporta da mesma forma.

O GIST, ou Tumor Estromal Gastrointestinal, tem origem e comportamento diferentes do adenocarcinoma gástrico clássico. Por isso, quando falamos em tratamento cirúrgico, a lógica também é diferente.

Nos casos localizados, a cirurgia costuma ser o principal tratamento com intenção curativa. O objetivo é remover completamente o tumor, com margens cirúrgicas livres, preservando o máximo possível do órgão saudável — como estômago ou intestino — sempre que tecnicamente possível.

Cada caso deve ser avaliado individualmente para definir o melhor momento, a melhor técnica e a melhor estratégia de tratamento.

Dr. Lucas Bàrberi
Cirurgião Geral e Oncológico
CRM/RJ: 1133870 | RQE: 42470 | RQE: 57861 | RQE: 61779

📞 Agendamentos: (21) 99940-8939
📍 Rua Dr. Satamini, 333 – Tijuca, Rio de Janeiro.
📍Rua Voluntários da Pátria, 445 – Botafogo, Rio de Janeiro.

#cirurgiaoncológica #gist #tumorgástrico #cirurgiageral #aparelhodigestivo
Receber a informação de que um tumor é “inoperável Receber a informação de que um tumor é “inoperável” pode ser um momento difícil para o paciente e sua família. Mas, em oncologia, essa definição pode depender de diversos fatores: localização do tumor, envolvimento de vasos sanguíneos, relação com órgãos próximos, presença de doença à distância, condição clínica do paciente e recursos disponíveis para o tratamento.

Uma segunda opinião com um cirurgião oncológico não significa contrariar a avaliação anterior, mas sim reanalisar o caso sob uma perspectiva técnica e especializada. Em tumores de maior complexidade, como lesões próximas ao retroperitônio, fígado, pâncreas, vias biliares ou com possível invasão vascular, essa avaliação pode ajudar a entender se existe alguma possibilidade cirúrgica, tratamento combinado ou estratégia antes da cirurgia.

Em alguns casos, tratamentos como quimioterapia, radioterapia, terapia-alvo ou outras abordagens podem ser indicados antes de uma nova avaliação cirúrgica, com o objetivo de melhorar as condições para uma possível intervenção. Em outros, a cirurgia realmente pode não ser a melhor opção,  e reconhecer isso também faz parte de uma conduta responsável.

O mais importante é que decisões complexas sejam tomadas com base em exames atualizados, análise individualizada e discussão cuidadosa entre paciente, família e equipe assistente.

Dr. Lucas Bàrberi
Cirurgião Geral e Oncológico
CRM/RJ: 1133870 | RQE: 42470 | RQE: 57861 | RQE: 61779

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#cirurgiaoncologica #cirurgiageral #oncologiacirurgica #aparelhodigestivo #cancer
Tumores neuroendócrinos do aparelho digestivo pode Tumores neuroendócrinos do aparelho digestivo podem surgir em órgãos como intestino, pâncreas e estômago. Apesar de receberem o mesmo nome, eles podem ter comportamentos muito diferentes entre si: alguns evoluem de forma mais lenta, enquanto outros exigem uma abordagem mais rápida, complexa e integrada.

Por isso, nesses casos, o papel do cirurgião oncológico não é apenas dizer se a cirurgia está ou não indicada. A avaliação também envolve definir qual é o melhor momento para intervir, qual técnica pode ser mais adequada e como a cirurgia se encaixa dentro da estratégia global de tratamento.

Essa decisão depende de diversos fatores, como o tamanho da lesão, sua localização, o grau do tumor, a presença de sintomas, o envolvimento de estruturas próximas, a existência de metástases e a resposta a outros tratamentos já realizados ou planejados.

Em alguns casos, a cirurgia pode ser indicada precocemente. Em outros, pode ser necessário acompanhar, tratar antes ou planejar uma abordagem em conjunto com outras especialidades. O mais importante é entender que a conduta deve ser individualizada, baseada em critérios técnicos e nas características de cada paciente.

Quando falamos de tumores neuroendócrinos, estratégia é parte essencial do cuidado.

Dr. Lucas Bàrberi
Cirurgião Geral e Oncológico
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#tumorneuroendócrino #cirurgiaoncológica #aparelhodigestivo #cirurgiageral #oncologiacirúrgica
Muitos pacientes imaginam que a cirurgia oncológic Muitos pacientes imaginam que a cirurgia oncológica consiste apenas em “retirar o tumor”. Mas, na prática, o planejamento é muito mais amplo e criterioso.

O cirurgião oncológico avalia não só a lesão visível, mas também sua relação com órgãos próximos, vasos sanguíneos, áreas de drenagem linfática e critérios técnicos que podem influenciar o controle da doença.

Um dos pontos importantes é a chamada margem cirúrgica livre. Em muitas situações, o objetivo é remover o tumor com uma faixa adequada de tecido ao redor, reduzindo a possibilidade de permanecerem células tumorais microscópicas no local.

Outro aspecto é a linfadenectomia, que é a retirada de linfonodos quando indicada. Esse procedimento pode auxiliar no estadiamento da doença e também fazer parte da estratégia de controle oncológico.

Cada caso precisa ser avaliado de forma individual, considerando o tipo de tumor, sua localização, exames de imagem, condições clínicas do paciente e a conduta definida junto à equipe assistente.

Na cirurgia oncológica, enxergar além do tumor faz parte do cuidado.

Dr. Lucas Bàrberi
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#cirurgiaoncológica #cirurgiageral #aparelhodigestivo #oncologiacirúrgica #cirurgiadigestiva
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